Ah, então, esses dias eu recebi uma perguntinha de um leitor aqui do blog que me fez ficar um pouco reflexiva, um pouco tristinha, mas também ciente de que há outros meios de ser feliz nessa vida. Perguntaram-me se eu já arrumei um homem para chamar de meu...
Não, eu ainda não descolei um carinha para chamar de MEU. Aliás, não definitivamente. Desde que eu fiquei solteira no início do ano, me envolvi com o Cauã, que era uma figurinha repetida (contei aqui toda a saga do carnaval). De lá para cá, nós vivemos momentos incríveis! Teve de tudo um pouco que um casal compartilha. Mas, no fundo no fundo, a gente não era um casal normal/comum. Sabe quando você sente que falta algo? Então, acho que pode parecer idiota, mas o que faltava era a nomenclatura de “namorada”. É chato você não saber responder para as pessoas que tipo de companhia aquela pessoa é para você. É ruim não poder fazer planos porque você não sabe, de fato, o que pode esperar dela...
Nesses sete meses, vivi alguns dias de confusão intensa dentro de mim: um lado queria aproveitar o momento e o outro queria uma decisão. Às vezes, me pegava sozinha definindo prazos de validade para a minha espera ou consultando as minhas amigas para saber se eu estava doida... O que eu posso dizer é que, com palavras, ele nunca me prometeu nada! Mas ele se envolveu demais e ele sabia o quão grande era, e talvez (mesmo eu achando que já mudou muito) ainda seja o meu sentimento. Até que um dia eu acordei e decidi que não queria mais aguardar nada, que eu iria tomar as rédeas da minha vida.
Bom, a “separação” não foi fácil. Eu simplesmente não disse nada. Não precisei argumentar e nem deixar minhas lágrimas rolarem na frente dele. Apenas fui me afastando cada dia mais. Um dia era um objeto catado na casa dele, no outro era uma ligação que eu deixava de fazer, na semana seguinte um falso desprezo pelas tarefas particulares dele... Até que relação morreu.
Atualmente, estou ficando com o irmão de uma superamiga minha. Há uns dois anos ele tinha “chegado em mim”, mas eu namorava. Às vezes, nesse tempo de lá para cá, nós conversávamos amenidades na internet... No início do ano, quando soube que eu estava solteira, me convidou para almoçar com ele. Porém, como engatei esse lance com o Cauã, meio que enrolei o convite...
No nosso “primeiro encontro” (tinha quase uns dois anos que a gente não se via), o papo fluiu muito bem, nós conversamos sobre diversas coisas e ele pareceu ser um cara bem legal e gentil. Faz menos de um mês que estamos nesse rolinho e tem sido bom. Seria o fim da minha saga à procura de um homem pra chamar de meu? Não sei! Aguardem os próximos capítulos da novela mexicana El corazón partío.
Não, eu ainda não descolei um carinha para chamar de MEU. Aliás, não definitivamente. Desde que eu fiquei solteira no início do ano, me envolvi com o Cauã, que era uma figurinha repetida (contei aqui toda a saga do carnaval). De lá para cá, nós vivemos momentos incríveis! Teve de tudo um pouco que um casal compartilha. Mas, no fundo no fundo, a gente não era um casal normal/comum. Sabe quando você sente que falta algo? Então, acho que pode parecer idiota, mas o que faltava era a nomenclatura de “namorada”. É chato você não saber responder para as pessoas que tipo de companhia aquela pessoa é para você. É ruim não poder fazer planos porque você não sabe, de fato, o que pode esperar dela...
Nesses sete meses, vivi alguns dias de confusão intensa dentro de mim: um lado queria aproveitar o momento e o outro queria uma decisão. Às vezes, me pegava sozinha definindo prazos de validade para a minha espera ou consultando as minhas amigas para saber se eu estava doida... O que eu posso dizer é que, com palavras, ele nunca me prometeu nada! Mas ele se envolveu demais e ele sabia o quão grande era, e talvez (mesmo eu achando que já mudou muito) ainda seja o meu sentimento. Até que um dia eu acordei e decidi que não queria mais aguardar nada, que eu iria tomar as rédeas da minha vida.
Bom, a “separação” não foi fácil. Eu simplesmente não disse nada. Não precisei argumentar e nem deixar minhas lágrimas rolarem na frente dele. Apenas fui me afastando cada dia mais. Um dia era um objeto catado na casa dele, no outro era uma ligação que eu deixava de fazer, na semana seguinte um falso desprezo pelas tarefas particulares dele... Até que relação morreu.
Atualmente, estou ficando com o irmão de uma superamiga minha. Há uns dois anos ele tinha “chegado em mim”, mas eu namorava. Às vezes, nesse tempo de lá para cá, nós conversávamos amenidades na internet... No início do ano, quando soube que eu estava solteira, me convidou para almoçar com ele. Porém, como engatei esse lance com o Cauã, meio que enrolei o convite...
No nosso “primeiro encontro” (tinha quase uns dois anos que a gente não se via), o papo fluiu muito bem, nós conversamos sobre diversas coisas e ele pareceu ser um cara bem legal e gentil. Faz menos de um mês que estamos nesse rolinho e tem sido bom. Seria o fim da minha saga à procura de um homem pra chamar de meu? Não sei! Aguardem os próximos capítulos da novela mexicana El corazón partío.
¿quién me va a entregar sus emociones?
¿quién me va a pedir que nunca le abandone?
¿quién me tapará esta noche si hace frío?
¿quién me va a curar el corazón partío?
¿quién llenará de primaveras este enero,
Y bajará la luna para que juguemos?
Dime, si tú te vas, dime cariño mío,
¿quién me va a curar el corazón partío?
(Alejandro Sanz)
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3 comentários:
Eu concordo com você, eu tb ficaria incomodada com alguém estando ao meu lado e sem nada definido.é muito constrangedor quando alguém pergunta " é seu namorado?" e você fica naquele silêncio sem saber o que responder.Para mim , tudo tem que estar esclarecido.
e quanto ao seu novo rolo, espero que dê tudo certo ;D
bjs
Juuuuuu
saudade dos seus posts, menina!!!
É aquilo que te falei por e-mail..curta essa fase sem grandes preocupações ou expectaivas..ou ansiedades, digamos assim. Vamos torcer para que dure e mesmo que vc não o chame de seu, mas o simples fato de vc chamá-lo de inesquecível, já fará toda a diferença.
"É chato você não saber responder para as pessoas que tipo de companhia aquela pessoa é para você."
Pois é.
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