18 Novembro 2009

O Noivo cadáver

Tipoassim, sempre “questiono” algumas bizarrices por aqui, né? But, sempre haverá coisas que nem eu, nem você vamos entender o significado, mas o maluco em questão achará perfeitamente normal. Okay! A vida é assim...


Em 17/11/09, O Dia online informou, que no último sábado (14/11), uma francesa se casou com um rapaz morto há um ano. Magali Jaskiewicz e Jonathan Goerge moravam juntos há seis anos e já tinha duas filhas, porém haviam dado entrada nos papeis para oficializar a união e marcado o casamento, antes dele morrer, para janeiro deste ano. Entretanto, dois dias depois de agendarem a cerimônia, Goerge sofreu um acidente de carro fatal.

Segundo o jornal, Jaskiewicz ignorou o fato do amado “ter partido desta para melhor”, e fez uso de um artigo do código civil francês que permite o casamento com uma pessoa falecida se ela já havia oficialmente dado início ao processo formal para realizar a união. Durante a cerimônia, Jaskiewicz usou o vestido de noiva comprado há um ano, e a seu lado, estava uma grande foto de Goerge sobre um cavalete.

Será que, assim como no filme A Noiva Cadáver, ela queria saber se a Terra dos Mortos é mais interessante? Não sei! Mas fala aê... É muito amor ou muita maluquice?



09 Novembro 2009

Ser corno ou não ser eis a minha indagação

Este final de semana foi divulgada em diversos veículos a notícia de uma brincadeira de mal gosto: uma lista no Orkut com nomes de pessoas que teriam sido traídas no interior de Minas Gerais.



Tal “zuação” me lembrou a escola onde estudei durante o Ensino Médio. Lá, alguns meninos do curso de eletrotécnica – que por uma razão inexplicável eram os mais atraentes e pegadores – costumavam divulgar algumas listinhas nos murais do pátio e nos banheiros para difamar algumas alunas. Recordo-me muito bem do famoso “Ranking das Mais Cachorras”. Porém, também já foram classificadas as “Mais Mercenárias” e até uma lista diversificada como a menina do uniforme mais sujo, a da bunda mais caída, a do cabelo mais horroroso...


Entretanto, diferentemente da atitude colegial que havia há uma década aqui no Rio, a comunidade chamada “Os cornos de Lagoa da Prata” prejudica e denigre a imagem de duas pessoas. A publicação – e depois impressão e distribuição - dos nomes dos chifrados no casamento causou comoção e revolta na pequena cidade mineira. Uma personagem que deu depoimento para a matéria da Band disse que “o relacionamento esfriou e a desconfiança é constante”. Outro rapaz afirmou que um dos integrantes da lista vai partir para agressão física se descobrir que foi o criador da comunidade.


Por conta disso, ficam as perguntas:


1- Se o seu nome estivesse em uma lista de cornos, você acreditaria?


2 - Se o nome do seu parceiro (a) estivesse como um deles, qual seria sua reação? Morreria de vergonha? Tentaria se explicar? Iria querer descobrir quem fez isso?

“Sou um homem conformado/ Escuto a voz do coração,




Sou um corno apaixonado/ Sei que já fui chifrado/ Mais o que vale é o tesão”

01 Novembro 2009

Palavras ao vento

Sabe quando você tem um amor para o qual você idealizou vários momentos que não aconteceram por completo? Então, esse amor às vezes não se conforma em ficar no lugar dele, que é no passado, e insiste em muitas tentativas se fazer presente. Se você não fica atenta, já está novamente pensando em como tudo poderia ter sido diferente.



Durante anos eu amei este alguém. Uma pessoa que me fez rir, chorar, dançar, brigar, ser companheira, beber... Sonhar. Nós estávamos juntos e separados ao mesmo tempo. “Presos” por um elo inexplicável, incomparável, inseparável. De uma maneira que poderia não ser a melhor, mas que me fazia feliz. Foi o único que me fez pensar em mudar meu estilo de vida como me mudar da cidade para a fazenda. Imagina!


Hoje, revendo nossas fotografias, me dei conta de que já são quase dez anos que nos conhecemos. Surpreendi-me ao analisar que tanto tempo eu acreditei veemente que este amor já não era o mesmo, mas que atualmente eu já não tenha tamanha certeza. A única coisa que posso afirmar é que é “desconcertante rever um grande amor”.






“Quando a solidão aperta, o jeito é escrever”

25 Outubro 2009

Caminhoneiro arruma jeito alternativo de aliviar o tesão

Era tarde da noite, o caminhoneiro guiava pensando em mulher.

Ao avistar uma plantação de abóboras, ele pensa :


- Uma abóbora.... hmmmmm... é macia, úmida por dentro... Hummmmmmmm....


Ninguém por perto, ele pára o caminhão, escolhe a abóbora mais redondinha, mais "gostosinha"....
Dá-lhe um talho no tamanho apropriado e, morto de tesão, inicia a transa.
Na empolgação, nem percebe a chegada de uma viatura da polícia.


- Desculpe-me, senhor ! (interrompe, perplexo, o patrulheiro)


- Mas acaso o senhor está transando com uma abóbora ?


O caminhoneiro, assustado:


- Abóbora ? Puta que pariu ! Já é meia-noite? Cinderela....


- CINDERELAAAAAAA !!
- CADÊ VOCÊ, MINHA NEGA?
 
 
Fonte: autor desconhecido

14 Outubro 2009

A arte de aborrecer uns e satisfazer outros

Hoje vou misturar dois temas. Ok?

Bom, já que não dá para esperar o consentimento de vocês, vamos lá...

Uma das coisas que me deixam um pouco irritada é gente que se “ofende” com tudo. Explico: sou uma pessoa que falo quase tudo que penso. Digo quase tudo porque não sou doida, né? (até pode parecer, mas já fiz ressonância cerebral e não se provou um desvio sequer). Por exemplo, já tive um chefe que era gay e jurava que era heterossexual. Não ia chegar na cara dele e dizer que o prédio inteiro de onde a gente trabalhava sabia que ele tinha uma relação OMO, e que inclusive morava com o cara. Isso não se caracteriza covardia ou falta de sinceridade, mas bom senso e amor ao meu emprego.

Com exceção dessas situações em que o meu (vocês sabem bem o que) pode ficar na reta ou que eu possa magoar alguém que ame muito, falo o que quero. Logo, uma vez ou outra, pronuncio alguma declaração que faz alguém se sentir “insultado”...

Recentemente, brincando com um amigo meu, disse que não ia comer muito, pois meu namorado não gosta de mulher gorda. Para quê? Foi o bastante para uma gordinha que estava atrás de mim achar que eu mandei essa para ela. E eu nem tinha visto a criatura! Foi o suficiente para ela começar com aqueles argumentos de “quem gosta de osso é cachorro” e blá blá blás whiskas sachê. Minha vontade foi de responder: “Amore, tenho um 1,68m e peso 56kg. Onde você está vendo osso? Segundo consta na tabela de qualquer nutricionista, meu peso é ideal para a minha altura”. Porém, não revidei os impropérios da moça porque estaria contra minha crença de que tudo é gosto. E qualquer nação desse planeta sabe que gosto não se discute.

Outra vez, no curso de espanhol, afirmei que acho unhas decoradas uma cafonice. Minha amiga logo me alertou que uma colega de classe é adepta do modismo. Isso significa que eu odeio quem desenha uma árvore de natal nos dedos? Não! Apenas não acho elegante! Posso expressar o que eu penso? Obrigada!

E voltando ao que disse anteriormente, eu gosto sim de agradar meu namorado (desde que ele não me peça nada absurdo e contra minhas vontades pessoais)! Freqüento a academia, cuido dos meus cabelos, uso protetor solar todos os dias, faço as unhas regularmente, uso vários cremes... Não sou fresca e nem tenho tempo para ser dondoca, mas procuro fazer o que acho imprescindível para a higiene e para colaborar com a manutenção da beleza. É só por causa dele? Óbvio que não! Primeiramente, porque acredito que toda mulher tem que se cuidar. Sempre! Segundo, se vai ser bom para mim e bom para ele, por que não satisfazê-lo? Afinal, se mantendo o pique já é difícil segurar os bofes, imagina se a gente se rende a um moletom de meleca! A maioria aperta logo o eject.



E vocês o que fazem ou fariam para agradar o parceiro?

06 Outubro 2009

Mulher que desapareceu no Metrô narra como um flerte virou ‘amor bandido’

Galera, a cada dia que passa, eu me convenço de que bom senso deveria ser um composto que pudesse ser vendido em drogarias, supermercados e outros estabelecimentos comerciais. Sim, existe muita gente precisando!



Não sei quantos de vocês souberam da notícia de uma mulher que desapareceu no metrô de São Paulo, por isso vou fazer um pequeno resumo para comentar depois – mas se quiserem ler o depoimento da história da doida todo, cliquem aqui. Vale a pena conferir a dose de insanidade da moça.


A auxiliar administrativa Sandra Regina Martins, de 39 anos, sumiu por 5 dias em SP para viver com Juan, um assaltante que fingia ser médico. A história começou com um flerte no último dia 21 de setembro na Estação Sé do Metrô. “Nos encontramos ali, mas ele me seguiu até a estação Vergueiro. Ele desceu atrás de mim, me apontou e disse: ‘Foi por causa de você’. Percebi que ele me olhava muito”, disse ela. Depois da tradicional troca de telefones, mais um encontro no dia seguinte, uma terça-feira (22), e o conseqüente primeiro beijo, também na escadaria da estação do Metrô.


Sandra Regina desapareceu no último dia 29, uma terça-feira, e só reapareceu na noite de sábado (3). Nestes cinco dias, ela abandonou o emprego no qual ficou apenas um dia, a segunda-feira (28), deixou um carro com a bolsa dentro em pleno Largo São Francisco, no Centro, vendeu o celular para poder se alimentar e pagar um quarto onde pudesse passar a noite com ele e até entregou o cartão do banco, com a respectiva senha, para uma pessoa que acabara de conhecer. “Tudo para viver um grande amor”.


Juan, que se apresentou, inicialmente, como médico da Santa Casa de Misericórdia, no Centro, virou assaltante de banco no desenrolar do romance e afirmou ser bacharel em Direito com condenações por vários artigos, incluindo latrocínio (roubo seguido de morte), do Código Penal Brasileiro, segundo afirmações da própria à Sandra Regina, em depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHHP) da Polícia Civil.


Agora, alguém, por favor, me diz: existe uma justificativa plausível para um ser desse tipo colocar em risco a própria vida e a da família para viver uma aventura com o objetivo de suprir carências afetivas?


Às vezes, até me questiono se não sou eu que sou quadrada demais porque várias pessoas que conheço também são assim: se entregam fáceis demais para o novo. Quero dizer que não é que eu seja desconfiada com tudo e todos, mas apenas não vou abrir minha intimidade e acreditar 100% em tudo em que uma pessoa que acabei de conhecer me diz. Não levo estranhos para minha casa (sexo casual tem que ser no motel), não dou telefone da minha casa para quem acabo de conhecer, não converso e nem tenho paciência com desconhecidos na internet (com exceção da interação que rola através dos blogs), não entro no carro de pessoas que eu não conheça a índole muito bem...


Prefiro ser diferente. Prefiro ser considerada “a louca” do século XXI a viver em um mundinho onde os “normais” constroem sua própria destruição.

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13:53h - Outra atualização com mais um caso sem noção.

Mulher pede prova de amor e marido é suspeito de matar amante em Resende

14 Setembro 2009

Dormindo com o inimigo

O assunto do qual quero falar neste post é bem diferente dos temas que já foram abordados aqui. Mas gostaria que todos participassem com suas opiniões...

No dia 06 de setembro, o Fantástico noticiou que o ex-atleta Robson Caetano foi detido por agredir a esposa, a empresária Natália Pinto da Costa. Segundo a matéria, o exame de corpo de delito confirmou escoriações em Natália. Em entrevista ao programa, o delegado de plantão da 16º DP da Barra da Tijuca disse que, em depoimento, o ex-atleta assumiu ter perdido a cabeça por ciúmes da mulher.

A Lei Maria da Penha (Lei 11.340) visa coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher, e caracteriza como tal qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial. Porém, fatos desse tipo são muito comuns com mulheres de diversas classes sociais, etnias, credos e culturas. Vejamos outro exemplo...

Ana Lúcia começou a namorar Fabiano ainda na adolescência, por volta dos 16 anos. Entre os 18 e 19 anos, já estavam morando juntos e Ana Lúcia engravidou. Quando ela ainda estava com poucos meses de gestação, foi surpreendida com a notícia de que Fabiano foi preso por estar envolvido com desmanches de carros. Como ela era muito apaixonada por ele, prosseguiu com a faculdade, o trabalho, e esperando pelo dia que ele fosse solto. Os conselhos para que ela seguisse sua vida de outra maneira já eram vários.

Após Fabiano receber a condicional, Ana Lúcia esperava um conduta diferente dele. Afinal, agora ele era pai de um lindo menino e precisava dar bons exemplos. Entretanto, ele não só voltou a praticar outros atos ilícitos, como também traí-la com outras mulheres...

Um dia, Ana Lúcia foi avisada por uma amiga sobre o que estava se passando, e no auge da ira, foi tirar satisfações com Fabiano na rua, em uma praça. Fabiano, transtornado com a abordagem repentina da esposa sobre aquele assunto, queria obrigá-la a dizer quem fez a fofoca, mas Ana relutou. Foi então que ele deu-lhe um chute, um soco nas costas e começou a esganá-la para que ela contasse. Como ela ainda teve forças para gritar pela polícia, Fabiano pegando-lhe pelo pescoço a empurrou escada abaixo. Ana Lúcia teve que passar por uma cirurgia para pôr platina na perna e mais sete parafusos. Ele chegou a ser detido, mas como ela não deu queixa, ele pagou a fiança e foi liberado. Caso contrário, poderia pegar mais uns três anos por agressão, que somados ao tempo de condicional, iriam lhe rendar mais uma boa temporada na cadeia, que é lugar de malandro como ele.

E você diz aí...

1- Você conhece alguma mulher que tenha sofrido alguma agressão doméstica? Quais os relatos dessa pessoa?


2- Em sua opinião, a maior parte das mulheres se cala porque elas têm medo de que o pior aconteça ou porque elas acabam por “perdoar” a conduta do agressor?

3- Para você, qual é o principal motivo que leva um homem a bater em uma mulher? Por quê?

4- Torturas físicas e psicológicas maltratam da mesma forma? Por quê?